Caso Lara: paradeiro de suspeito ainda é desconhecido três meses após o crime

A morte de Lara Maria Nascimento completa três meses neste domingo (19). Em 19 de março, seu corpo foi encontrado em uma região de mata entre Campo Limpo Paulista e Francisco Morato, na Grande São Paulo. O principal suspeito, Wellington Queiroz, continua foragido.

Wellington é quem dirigia o carro prata que passava pela região onde Lara havia desaparecido, no dia 16 daquele mês, e também onde o corpo da garota foi encontrado, como mostraram câmeras de segurança.

Desde que foi identificado, o homem de 42 anos se tornou suspeito pelo crime. A mãe dele e os sogros alegam sua inocência no caso da morte da menina.

Os laudos indicaram a morte por traumatismo craniano, com quatro pancadas na cabeça com um objeto similar a um martelo ou picareta, sem o emprego de violência sexual. Não havia traços de álcool ou drogas no sangue da menina.

Morte de Lara Nascimento

Em uma tarde de quarta-feira, no dia 16 de março, Lara havia voltado da escola e saiu para comprar refrigerantes e doces em uma mercearia próxima da residência da família, em Campo Limpo Paulista. Foi o último local onde foi vista.

Passados três dias de busca, o corpo da menina de 12 anos foi encontrado em um matagal a poucos quilômetros dali, na divisa com Francisco Morato (SP).

O laudo sobre o crime indicou a morte por traumatismo craniano, com quatro pancadas na cabeça, a partir de objeto similar a um martelo ou picareta.

Posteriormente, se confirmou que não houve violência sexual ou drogas no sangue da garota, o que confirmou a possibilidade do crime por vingança.

Paradeiro de Wellington

No início das investigações, Wellington foi identificado e procurado pela polícia. Ele disse aos investigadores que, se fosse necessário, se apresentaria na delegacia. Entretanto, não deu mais notícias, e a polícia começou as buscas pelo suspeito. A prisão preventiva dele já foi decretada pela Justiça.

Em dado momento, os investigadores consideraram a hipótese de fuga para Pernambuco, onde Wellington teria familiares. Ele não foi encontrado na ilha de Itamaracá, e a polícia passou a buscar o suspeito na cidade de São Paulo também. Para a polícia, familiares e amigos podem tê-lo ajudado a se esconder no período em que foi considerado foragido.

Nos dias e semanas seguintes ao crime, a polícia descobriu que o suspeito tinha usado o celular pela última vez pouco depois da morte da menina, perto de uma rodovia na capital.

A investigação também registrou que ele esteve em uma lan house para apagar fotos de suas redes sociais. Algumas semanas depois do crime, moradores denunciaram que tinham visto Wellington na região do Itaim Paulista, na zona leste.

A suspeita é que ele não teria saído de São Paulo. De Campo Limpo Paulista, ele pode ter ido direto para a capital, onde vivia com a companheira em um apartamento na zona norte.

Fonte: R7.com

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