Coronavírus hoje: Brasil tem alta na média de mortes pelo 2º dia e isolamento atinge nível mais baixo desde início da pandemia, 436.862 óbitos desde o início da pandemia

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h de ontem. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O Brasil completa agora 117 dias com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil. De março até o dia 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média acima da marca de 2 mil. Completamos agora uma semana com indicativo de queda na curva de mortes (na comparação com duas semanas atrás), algo que foi registrado pela última vez só em novembro do ano passado.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Terça (11): 1.980
  • Quarta (12): 1.944
  • Quinta (13): 1.917
  • Sexta (14): 1.913
  • Sábado (15): 1.910
  • Domingo (16): 1.915
  • Segunda (17): 1.918

 

Apenas um estado apresenta tendência de alta nas mortes: GO.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 15.661.106 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 35.888 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 63.868 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +8% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos.

Desde segunda (10), a média móvel de casos vem subindo um pouco a cada dia. Há 28 dias, essa média aparece em torno de 60 mil diagnósticos diários. Ela tem subido e descido na faixa entre 55 mil e 65 mil desde o dia 20 de abril, diferente da média de mortes, que no mesmo período caiu em quase 1/3.

Isolamento atinge níveis mais baixos desde início da pandemia

No momento em que o país acaba de passar pelo mês mais letal da pandemia e especialistas já cogitam uma terceira onda de casos de covid-19, o nível de isolamento dos brasileiros é o mais baixo desde o início das restrições impostas para conter a disseminação do coronavírus. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Pesquisa Datafolha mostra que três em cada dez brasileiros adultos (30%) estão totalmente isolados ou saem de casa somente quando inevitável. Esse percentual, que teve seu maior índice no início de abril de 2020, com 72%, era de 49% em março deste ano.

Atuação pública de Pazuello pela cloroquina será foco da CPI da Covid

Muito do que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e a secretária da pasta Mayra Pinheiro pretendem omitir em seus depoimentos à CPI da Covid, nesta semana, respectivamente na quarta-feira e na quinta-feira, já foi dito publicamente em janeiro, em um evento em Manaus.

Na ocasião — início da segunda onda da pandemia —, ambos defenderam que prefeitos, secretários de saúde, diretores de hospitais, médicos e enfermeiros fossem pressionados a praticar o tratamento precoce, incluindo a prescrição de hidroxicloroquina e outros remédios.

Pedido de secretária pró-cloroquina para ficar em silêncio na CPI está no Supremo

Assim como o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, também entrou com um pedido, no Supremo Tribunal Federal (STF), para poder ficar em silêncio durante na CPI da Covid.

O depoimento dela está marcado para ocorrer na quinta-feira. O habeas corpus foi apresentado domingo, após o ministro Ricardo Lewandowski garantir o direito a Pazuello.

Parecer da Saúde contraindica cloroquina, azitromicina e outra drogas

Um documento elaborado pelo Ministério da Saúde após revisão de estudos e diretrizes com especialistas não recomenda o uso de medicamentos como a hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina, ivermectina e outros, como o remdesivir, para tratamento de pacientes hospitalizados com covid-19.

O parecer abre espaço para uso de um grupo restrito de medicamentos, como corticoesteroides (caso da dexametasona) e anticoagulantes, mas em casos específicos e conforme orientações.

PGR encaminha à CPI da Covid inquéritos contra três governadores

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid um resumo dos inquéritos que estão em andamento contra governadores no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A maioria deles está sob sigilo e trata da aplicação de recursos destinados ao combate à pandemia.

De acordo com o documento, os processos que estão sob análise da Corte envolvem os governadores da Bahia, Rui Costa (PT), do Pará, Helder Barbalho (MDB) e do Amazonas, Wilson Lima (PSC).

Brasil foi o 10º em mortalidade em 2020

O desempenho brasileiro na pandemia em 2020 foi ainda pior do que se tem notícia na comparação com outras nações. Eliminadas as diferenças de pirâmide demográfica, o Brasil teve a décima maior mortalidade por covid-19 entre 179 países monitorados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), revela estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea).

A situação do país era, portanto, pior do que a de 95% dos países analisados. Sem o ajuste, o país ocupava a 20ª posição do ranking que leva em conta somente o número de óbitos a cada 100 mil habitantes. O Ipea mostrou que o Brasil também foi o 11º com a maior queda na taxa de ocupação da população entre 64 países acompanhados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Ritmo de avaliação genética do vírus deve triplicar

Essencial para detectar e monitorar as mutações do coronavírus, o sequenciamento genético do Sars-Cov-2 cresceu neste ano no Brasil e as redes de vigilância genômica, formadas por institutos e universidades, atingiram o número de 10 mil vírus sequenciados. Agora, a Fundação Oswaldo Cruz, que forma uma dessas redes, se prepara para ao menos triplicar a capacidade de sequenciamentos nos próximos meses.

Desde o início da pandemia pesquisadores alertam para a necessidade de o país, um dos campeões de casos de covid-19 no mundo, elevar o número de sequenciamentos a fim de monitorar as mutações do vírus aqui dentro e também identificar a chegada de variantes de preocupação, como a indiana, e assim emitir alertas eficientes e tempestivos para as autoridades de saúde.

Homens e idosos são mais suscetíveis a casos graves

Homens e idosos são mais suscetíveis a desenvolver casos mais graves de covid-19, segundo estudo sobre o tema. A pesquisa, liderada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) Helder Nakaya, contou com participação do pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia, Bruno Bezerril.

Ontem, a Fiocruz veiculou em seu site detalhes sobre o levantamento, feito para determinar a relação da idade, sexo e propensão à inflamação com quadros mais graves da doença, através de análise laboratorial, e que contou com mais de 178 mil pacientes, sendo 33 mil com diagnóstico confirmado de covid-19. Leia mais aqui.

Governo aposta em testes gratuitos para garantir fluxo na fronteira

O governo federal aposta na estratégia de aplicar testes gratuitos de covid-19 em caminhoneiros e no convencimento de países vizinhos em padronizar os protocolos sanitários na fronteira para garantir fluxo de exportação pelo modal rodoviário.

Em reunião por videoconferência marcada para a tarde de amanhã, integrantes do governo brasileiro vão defender a adoção de “parâmetros uniformes” por Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai — países signatários do Acordo Sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT). “A ideia é alcançar protocolos mais uniformes e convergentes possíveis”, informou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em posicionamento enviado ao Valor.

Vacinação

 

Balanço da vacinação contra covid-19 ontem aponta que 39.263.416 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 18,54% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 19.423.560 pessoas (9,17% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal.

No total, 58.686.976 doses foram aplicadas em todo o país.

De domingo para segunda-feira, a primeira dose foi aplicada em 507.385 pessoas e a segunda dose em 248.519, com um total de 755.904 doses aplicadas neste intervalo.

IFI calcula ritmo de vacinação em 665 mil pessoas por dia

A Instituição Fiscal Independente (IFI) calculou que o ritmo diário de vacinação está em torno de 665 mil doses, considerando-se um indicador de média móvel de 7 dias. “O ritmo de aplicações ao dia (primeira e segunda doses) vem desacelerando desde o fim de abril, quando atingiu o pico de 1 milhão, aproximadamente. Atualmente situa-se ao redor de 665 mil (dados do dia 14 de maio)”, diz o relatório divulgado ontem pela entidade.

Segundo o time do economista Felipe Salto, as incertezas quanto à evolução da pandemia e ao ritmo de vacinação necessário para a imunização da população contra a covid-19 e a reabertura ampla e segura da economia adicionam ainda muitas dúvidas ao comportamento prospectivo da atividade econômica. A IFI manteve em 3% sua projeção de crescimento para o PIB neste ano, apesar de mercado e governo estarem revisando seus números para cima. Leia mais aqui.

Anvisa conclui que frascos de CoronaVac não estão com menos doses

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou ofício concluindo que não há indícios de que frascos da vacina CoronaVac estejam sendo fabricados com volume menor de doses. Uma investigação foi realizada pela Anvisa após queixas de que as vacinas produzida pelo Instituto Butantan estavam sendo entregues em frascos contendo quantidades menores que as dez doses previstas.

Avaliação sobre a aspiração da vacina CoronaVac realizada pelo Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) apontou que 44,4% dos frascos analisados renderam menos que as dez doses. A experiência contou com participação de profissionais de nove municípios.

Em São Paulo, vacinação de motoristas e cobradores de ônibus começa hoje

Começa hoje, no estado de São Paulo, a vacinação de cobradores e motoristas de ônibus municipais e intermunicipais. A previsão é de que sejam imunizados 165 mil trabalhadores contra a covid-19.

A vacinação dos trabalhadores do transporte público começou na semana passada, com a imunização dos funcionários do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) com mais de 47 anos de idade.

Rio aguarda 150 mil novas doses de vacina esta semana, diz secretário

O secretário municipal de Saúde da cidade do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, afirmou hoje que a capital fluminense deve receber cerca de 150 mil novas doses de vacina contra covid-19. Soranz comentou ainda que, em meio à pandemia, a recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é de ausência de público em estádios na realização de Campeonato Carioca de futebol.

Ele deu as declarações durante o jornal “Bom dia Brasil” da TV Globo. Em sua fala ao jornal televisivo, Soranz detalhou que a capital do Rio deve receber 150 mil doses das cerca de 394 mil doses que serão enviadas, pelo Ministério da Saúde, ao Estado do Rio de Janeiro, ainda essa semana. “Estamos aguardando para quarta-feira [amanhã 19 de maio]” completou ele.

Rio libera vacinados a visitar pacientes internados

Uma resolução da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, publicada ontem no Diário Oficial do Município, autoriza internados em hospitais da cidade a receber visitas de pessoas que tenham tomado, há pelo menos 14 dias, a segunda dose da vacina contra a covid-19. O texto reitera o uso obrigatório de máscara para entrada nas unidades de saúde.

A direção dos hospitais tem autonomia para decidir quando começarão as visitas, bem como os horários e regras próprias em cada unidade, informa a secretaria.

Jovens dizem que educação foi a área mais afetada durante pandemia

 

Um estudo da organização não governamental (ONG) Plan International mostrou que 95% de meninas e jovens mulheres tiveram suas vidas afetadas de forma negativa pela pandemia de covid-19. Para as jovens, a educação foi a área mais atingida. O acesso limitado à tecnologia, o apoio insuficiente de escolas e faculdades e o espaço físico para estudar foram as principais dificuldades enfrentadas na educação em casa.

A pesquisa Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres ouviu, nos meses de junho e julho de 2020, 7 mil mulheres de 15 a 24 anos sobre temas como educação, saúde e bem-estar, percepções sobre a vacina e o futuro.

O Brasil está entre os países que participaram do estudo, que também incluiu meninas da Austrália, do Egito, Equador, da Espanha, dos Estados Unidos, da Etiópia, França, de Gana, da Índia, de Moçambique, da Nicarágua, do Vietnã e de Zâmbia.

A solidão e as responsabilidades domésticas também interferiram na capacidade das meninas de acompanhar o ensino a distância enquanto as escolas e faculdades foram fechadas.

“O futuro das meninas e jovens mulheres está ameaçado no Brasil e no mundo. A pandemia aprofundou as desigualdades sociais, que já eram muito marcantes, e está está fazendo com que a gente dê vários passos para trás em conquistas importantes de direitos fundamentais para a igualdade de gênero e de oportunidades”, afirma Cynthia Betti, diretora executiva da Plan International Brasil.

Estados Unidos

 

Biden promete enviar mais 20 milhões de doses de vacinas a outros países

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu ontem compartilhar mais 20 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 com outros países.

As doses adicionais serão das vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna e Johnson & Johnson, aprovadas para uso nos EUA. Anteriormente, a Casa Branca já havia prometido enviar a outros países 60 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca/Oxford, que ainda está sob revisão da FDA, a agência reguladora de medicamentos do país. Leia mais aqui.

Califórnia só suspenderá uso de máscaras em 15 de junho

A Califórnia anunciou ontem que só adotará as novas diretrizes das autoridades federais de saúde dos EUA sobre o uso de máscaras para pessoas vacinadas em 15 de julho.

Segundo o secretário de Saúde da Califórnia, Mark Ghaly, o adiamento é necessário para que mais pessoas sejam vacinadas contra a covid-19 e para que as empresas tenham tempo suficiente para se adaptar às novas diretrizes.

Itália planeja suspensão gradual do toque de recolher

 

A Itália planeja suspender gradualmente o toque de recolher adotado para limitar a disseminação da covid-19, à medida que o número de casos diminui e a campanha de vacinação começa a surtir efeito.

Em uma reunião realizada ontem, o governo de Mario Draghi decidiu flexibilizar o toque de recolher nos próximos dias, com o objetivo de suspendê-lo totalmente até 21 de junho se os casos continuarem caindo, segundo a imprensa italiana.

Inicialmente, o toque de recolher, que atualmente começa às 22h, passaria a ter início às 23h, permitindo que os italianos permaneçam mais tempo fora de casa. A partir de 7 de junho, o plano é promover um novo atraso de 1h, para as 0h.

Segundo fontes ouvidas pela imprensa local, o governo aprovou que restaurantes serviam refeições em ambientes fechados a partir de 1º de julho. As regras para outros estabelecimentos, como shoppings e centros comerciais, também serão flexibilizadas a partir de 22 de maio.

Antes de as mudanças serem oficialmente confirmadas, o Ministério da Saúde da Itália informou que o país registrou 3.455 novos casos de covid-19 em 24 horas, o menor número desde o início de outubro. Até agora, 31% da população italiana recebeu pelo menos uma dose das vacinas contra a doença.

Reino Unido diz que variante indiana não afeta vacinados

 

O ministro da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou ontem que a variante indiana da covid-19 é mais transmissível do que a detectada no território britânico no ano passado. Apesar do contágio mais rápido, evidências preliminares apontam que a nova cepa não está afetando pessoas vacinadas contra o vírus.

Em uma audiência na Câmara dos Comuns, Hancock destacou que pessoas mais velhas, grupo mais vacinado da população britânica, não estavam sendo impactadas pela variante. Internações de pacientes infectados com a cepa indiana registradas em Bolton e em Blackburn, duas áreas que preocupam o governo, ocorreram entre pessoas que poderiam ter se vacinado, mas não tinham recebido doses do imunizante.

Turquia relaxa restrições após queda de casos

 

A Turquia flexibilizou ontem um “lockdown” decretado no fim de abril para conter um novo surto de covid-19. Com o confinamento que fechou escolas, comércio e empresas não essenciais, o número de casos caiu de 63 mil no mês passado para 10.512 nas últimas 24 horas.

Erdogan afirmou ontem que a meta é diminuir o número para 5 mil casos diários. Por esse motivo, algumas restrições, como o ensino remoto, o toque recolher noturno e aos fins de semana serão mantidas até o dia 1º de junho.

Shoppings centers e escritórios poderão reabrir, de acordo com o Ministério do Interior. Os turcos também não precisam mais ficar em casa durante todo o dia, como pedia o governo de Erdogan até então.

Espera-se que, com a queda nas taxas de casos, países como Rússia e Reino Unido reduzam as restrições a viagens para a Turquia. O país precisa do dinheiro dos turistas estrangeiros para compensar seu déficit em conta corrente.

Assessores de Erdogan foram a Moscou ontem para pedir que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, acabe com a proibição parcial de voos para a Turquia.

Índia tem novo recorde de mortes, mas vê queda em casos

 

A Índia registrou mais 4.329 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, um recorde desde o início da pandemia, mas está observando uma queda no número de novos casos da doença.

O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira indica que mais de 260 mil novas infecções foram confirmadas no país no período, mantendo uma tendência da semana passada, quando o número diário de casos ficou abaixo de 300 mil pela primeira vez desde o início do novo surto.

O número de casos ativos também caiu em mais de 165 mil nesta terça-feira — a maior queda em semanas, de acordo com os dados oficiais. No entanto, os hospitais ainda continuam lotados de pacientes infectados pelo vírus.

Com os dados atualizados de hoje, a Índia superou a marca de 25 milhões de casos de covid-19. Quase 280 mil pessoas morreram no país desde o início da pandemia. Especialistas dizem que há grande subnotificação em ambos os números.

Como parte dos esforços para tentar conter a segunda onda, o governo da Índia anunciou ontem que 17 novos laboratórios ajudaram a rastrear variantes do vírus, à medida que aumenta a preocupação com a cepa descoberta inicialmente no país.

No Japão, inscrições para tomar vacina esgotam no primeiro dia

 

Idosos de Tóquio e Osaka se apressaram em agendar suas vacinas contra a covid-19 em postos de vacinação em massa administrados pelo governo central ontem, mas o lançamento da campanha foi prejudicado por falhas no sistema. As informações são do jornal Nikkei.

Das 50 mil vagas disponíveis nas 23 enfermarias centrais de Tóquio, 41 mil foram preenchidas até as 20h, enquanto as 25 mil vagas em Osaka foram totalmente preenchidas, de acordo com o Ministério da Defesa. As vacinas nesta rodada serão administradas entre 24 e 30 de maio, para pessoas com 65 anos ou mais.

A segunda rodada de inscrições para vacinação entre 31 de maio e 6 de junho começará na próxima segunda-feira, cobrindo as províncias de Tóquio e Osaka, enquanto a terceira rodada na semana seguinte se expandirá para as provínicias vizinhas.

O sistema permitiu, por engano, que algumas vagas de vacinação fossem reservadas para meados de junho. O governo decidiu honrar esses agendamentos.

Hong Kong reforçará quarentenas para viajantes vindos de áreas de risco

 

As autoridades de Hong Kong disseram ontem que reforçarão a quarentena exigida de viajantes vindos de áreas consideradas de “alto risco” para a covid-19.

A partir de sexta-feira, viajantes não vacinados de países como Japão, Malásia, Cingapura, Quênia, Argentina, Holanda e Itália terão que ficar 21 dias em um hotel designado pelas autoridades de Hong Kong e passar por quatro testes para a covid-19 no período.

Já as pessoas vacinadas terão que ficar 14 dias nos hotéis designados pelas autoridades locais e fazer três exames para a detecção do vírus durante o isolamento.

Todos ainda terão que passar por mais dois testes depois do término da quarentena e, antes da viagem, apresentar um exame negativo para a covid-19 feito 72 horas antes do embarque.

A medida foi tomada para tentar evitar a entrada do vírus em Hong Kong em um momento em que as autoridades flexibilizam as restrições de combate à doença, apesar de a campanha de vacinação estar mais lenta do que o previsto.

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