Problemas nos Relacionamentos

É raro um casal que não encontra alguns problemas no relacionamento, uma vez que existem altos e baixos em toda vida amorosa. Entretanto, se você reconhecer antecipadamente quais são essas dificuldades e aprender a lidar com elas, a chance é muito maior de superá-las.

Problemas com dinheiro, divisão de tarefas domésticas, falta de comunicação, dificuldades sexuais, lidar com a família, desconfiança, desrespeito, controle, falta de empatia, são apenas alguns exemplos dos principais problemas que podem permear a vida de todo casal.

Relacionamentos românticos exigem investimento regular para mantê-los funcionando bem. Algumas vezes, apesar dos esforços, há necessidade de orientação de um profissional.

Quais os principais tipos de problemas em um relacionamento não-saudável?

 

Amor patológico

 

O que é amor patológico?

O amor patológico tem como característica o comportamento incontrolável de cuidado e atenção repetitivos ao parceiro, negligenciando as próprias necessidades.

Geralmente vem acompanhado de descontrole emocional, bem como extrema dependência do parceiro e ciúmes excessivos, chegando a comprometer a realização de atividades diárias, o trabalho e o relacionamento com a família.

Quais são as causas do amor patológico?

Não há uma causa única para o amor patológico que, pode estar associado ou não a outros tipos de transtornos mentais como transtornos de personalidade, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade e depressão, porém a relação do casal em si é patológica.

Como tratar o amor patológico?

A psicoterapia é uma das principais intervenções para quem sofre com o amor patológico. O objetivo do plano terapêutico é ajudar o paciente a ter relacionamento mais saudável, colocando em prática comportamentos mais adequados, diminuindo a obsessão e a dependência pelo outro. Além disso, a terapia pode ajudar na auto aceitação, bem como identificar outros possíveis transtornos relacionados.

Ciúme excessivo:

O que é ciúme excessivo?

O ciúme é um sentimento considerado relativamente normal. Entretanto, em excesso, pode se tornar destrutivo, afetando consideravelmente a vida de todos os envolvidos. O ciúme excessivo pode ser dividido em três categorias:

Ciúme exagerado – quando, por insegurança, as pessoas fantasiam algo e tendem a desconfiar de todo e qualquer movimento do outro, querendo verificar o tempo todo como o parceiro está, com quem está e o local em que ele se encontra;

Ciúme obsessivo – neste caso as pessoas têm pensamentos frequentes, sem motivo aparente, de forma indesejada e repetitiva sobre a infidelidade, afetando intensamente o relacionamento;

Ciúme patológico– atitudes que levam à inspeção obsessiva, repetitiva e contínua da vida do parceiro para evitar uma suposta, e geralmente fantasiosa, traição. Neste tipo de ciúme a perda do controle é frequente e atitudes violentas tendem a acontecer.

O ciúme excessivo, independentemente do tipo, causa verdadeiro sofrimento ao envolvidos e precisa de intervenção médica especializada para evitar consequências ainda mais negativas nos relacionamentos.

Quais as causas do ciúme excessivo?

As causas do ciúme excessivo podem variar de uma pessoa para outra. Geralmente, envolve insegurança, baixa auto aceitação, falta de autoconfiança e possíveis outros distúrbios psicológicos, além da escolha de parceiros inadequados.

Como tratar o ciúme excessivo?

A psicoterapia é um dos principais recursos para tratar o ciúme excessivo. A Terapia Cognitivo Comportamental é uma opção, pois ajuda a identificar os pensamentos disfuncionais e as atitudes prejudiciais, modificando crenças e trabalhando a auto aceitação e o autocontrole para que o paciente possa construir relacionamentos saudáveis, bem como aprender habilidades para regulação emocional.

Relacionamento abusivo

O que é um relacionamento abusivo?

O relacionamento abusivo pode envolver violência física, mas inclui também outras formas de violência, como a psicológica, sexual e financeira. Muitas vezes estas outras maneiras, por não gerarem marcas físicas, acabam sendo mais difíceis de serem percebidas tanto pela vítima como por pessoas ao redor dela.

Em relacionamentos saudáveis, por exemplo, existe respeito, confiança e consideração pela outra pessoa. Já os relacionamentos abusivos não têm essas qualidades. Em vez disso, envolvem maus-tratos, desrespeito, ciúmes intensos, comportamento controlador, diminuir o parceiro com críticas ou violência física.

Como tratar o relacionamento abusivo?

Infelizmente, em muitos casos, a vítima demora a perceber que está em um relacionamento abusivo. O primeiro passo para sair de um relacionamento abusivo é entender que todos possuem o direito de ser tratado com respeito e não ser prejudicado física ou emocionalmente por outra pessoa.

A psicoterapia é uma excelente ferramenta para ajudar a lidar com os traumas de um relacionamento abusivo e buscar maneiras de sair desse tipo de relação. O agressor também pode buscar ajuda terapêutica para aprender a mudar o próprio comportamento e a se relacionar de forma mais sadia.

Para agendar uma sessão de terapia, entre em contato pelo whatsapp (11) 93800-6896 ou clique no link:
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Regina B. B. Montelli – Psicóloga
CRP/SP: 06/76971

Especialista em Medicina Comportamental – UNIFESP/EPM.

Advanced Certificate em Terapia Racional Emotiva e Comportamental – Albert Ellis Institute/ New York, USA.

Especialista em Gestão Emocional nas Organizações : Cultivating Emotional Balance (CEB) pelo Hospital Israelita Albert Einstein e certificada como Instrutora em CEB pelo Santa Barbara Institute da Califórnia.

Membro da Association for Contextual Behavioral Science (ACBS).

Núcleo de Stress – CRP: 06/652/J

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